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Como Nasce um Tabaoense. Por Sérgio Vaz

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Como nasce um taboanense

Por Sérgio Vaz

Essa onda de frio que assola o país nessa semana me fez lembrar de uma coisa que aconteceu comigo logo que cheguei aqui em Taboão, há quinze anos. Não foi amor à primeira vista. Lembra-se de Caetano em Sampa?: “... é que narciso acha feio, o que não é espelho...”, pois é, foi assim também quando cheguei. A cidade nunca me pareceu feia ou fria, ou coisa assim, apenas era estranha pra mim, e eu estranho para ela.
Bom, mas deixe-me contar o porquê se deu o meu amor incondicional pela cidade.

Para ler o artigo completo e outras matérias confira edição de janeiro da revista Caros Amigos, já nas bancas.

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