Paçoca: O eixo e este nosso grande cérebro coletivo
O eixo e este nosso grande cérebro coletivo
Por Pedro Alexandre Sanches
O ano de 2011 foi espetacular para a música brasileira. Provavelmente ninguém ouviu ou leu essa frase num veículo da “grande” mídia no final desse ano que se foi. Mas, a esta altu- ra, todo mundo que está acordado já sabe: eis aí, justamente aí, mais um sintoma de que as coisas vão muito bem, obrigado. Foi um ano em que algumas vozes antes marginalizadas soaram fortes e vigorosas, por vezes até mesmo pela trombeta desafinada dos antigos veículos “grandes”. Em 2011, o paulista Emicida cresceu e apareceu montando sua pró- pria fábrica-laboratório musical e cantando rap sobre prostitutas sob a ótica da(o) prostituta(o), não do(a) prostituidor(a).
Para ler o artigo completo e outras matérias confira edição de janeiro da revista Caros Amigos, já nas bancas.



