A miséria do povo e a misericórdia do PMDB
A miséria do povo e a misericórdia do PMDB
Por Gilberto Felisberto Vasconcellos
O PMDB é um partido michê. Para onde vai a grana vai o tapinha do amor.
Sobre a nova presidente do Brasil há o fato de ser mulher. É importante? É.
O Brasil antropologicamente é formado com o útero mais do que pelo macho. Era o que dizia Darcy Ribeiro.
O homem brasileiro é plasmado pela mulher indígena.
A mãe segura a família, é uma cultura de conteúdo matriarcal, segundo Oswald Andrade. Matriarcado de Pindorama.
No inconsciente do homem brasileiro é forte a presença matriarcal, ainda que subterrânea, pois o que vingou foi o patriarcalismo da classe dominante.
Uma Presidente mulher é significativo, mas não basta. A pistoleira Margaret Thatcher é, do ponto de vista político, uma mulher péssima.
Idiotice é fazer a iconização da política como está acontecendo hoje com o domínio da televisão: o operário tem que ser operário, o negro representado pelo negro, o gay pelo gay, etc.
A crise da representação redundou em uma mistificação do ícone: Lula operário não é a classe operária, Obama negro não é o negro americano, Dilma mulher não é a mulher brasileira explorada e deserdada.
Durante o primeiro governo de Lula escrevi um livro chamado A salvação da Lavoura. Para o Brasil seria muito bom Marcelo Guimarães fazer parte do governo e cuidar do álcool combustível com o autodesenvolvimento fundado em pequenas propriedades. Seria uma maneira de fazer a reforma agrária e preparar o caminho brasileiro do socialismo. Stedile sabe disso porque é poeta.
Para ler o artigo completo e outras matérias confira edição de janeiro da revista Caros Amigos, já nas bancas, ou clique aqui e compre a versão digital da Caros Amigos.



